Arquivos de Tags: servidores

Processadores ARM é poder e economia

Muitos estão apostando no poder de fogo e economia de energia dos processadores ARM, onde em um futuro próximo usarão os servidores HPC baseados com este processador, isso dará poder de espaço e de quebra economia de energia para empresas sem baixar muito o poder de processamento unitário!

Logo dos processadores ARM

Logo dos processadores ARM

Os sistemas operacionais suportam processadores ARM

E a turma do GNU/Linux, como o Ubuntu e Fedora, estão em desenvolvimento dos seus sistemas da área de servidores com suporte a processadores ARM pois com resultados práticos e economia de manter os mesmos serviços. E você precisa de um PC? O Meiobit preparou este artigo que contém um vídeo, em situação doméstica, gastando apenas 2 watts!

Agora mesmo lembro que o meu celular tem dual core de 1.2GHz, tem poder de um Desktop de 4 anos atrás. Já parou para imaginar?

O Raspberry PI

A plaquinha Raspberry PI, que tem custo estimado em 25 Obamas (a.k.a US$25). Com todo peso de nossas taxas de importação pesada ainda compensa levar para casa por menos de 300 Dilmas (a.k.a R$300) e muitos aceitam pois ainda está em conta!

Com processadores ARM montaram um HPC

Com processadores ARM montaram um HPC

Na foto ao lado da matéria do Engadget, pai e filho montaram um HPC com esta famosa plaquinha, e utilizaram lego par fazer os suporte para ficar organizado. Agora meus caros leitores será que dá para revolucionar a informática na área de desktops e servidores?

A pergunta paira no ar e aí para você meu leitor concordam?

Espero que este texto abre ideias para aplicação desta ferramenta. Abraços e até a próxima!

Acertar o relógio — Horário de verão

Como era a expectativa da entrada do horário de verão, acertar o relógio é um calvário, não é? Tenho um relógio que acusa se a hora de seu computador não estiver de acordo com a hora legal brasileira, mantida pelo Observatório Nacional. A primeira uma dica muito sebosa e deixarei apenas um link para que sua curiosidade leve a descobrir o que será isso!

Uma breve sinopse: O uso do NTP para manter seu relógio sempre estar atualizados com relógio atômicos com grandes precisão, recomendo seguir a cartilha do ntp.BR que na barra lateral tem guia para os sistemas mais populares. Boa viagem!

Como acertar o relógio?

Para quem precisa cuidar de servidores, a melhor alternativa para fazer o ajuste é deixar que seu sistema receba atualizações além de proteção da maquina trás novos informações, caso queira fazer a personalização do timezone eu estou reproduzindo os procedimentos retirado do do RNP, Rede Nacional de Pesquisa que é o órgão responsável verificar incidentes na internet institucionalizado pelo Brasil.

Abaixo confere procedimento manual do timezone:

Alterações de Configuração Necessárias para o Horário de Verão 2009/2010

O horário de verão tem relação com o timezone (fuso horário) configurado no sistema. Ao alterar o timezone altera-se o parâmetro do sistema que determina a diferença em horas entre o horário absoluto (UTC / GMT 0) e o horário local.

Se o relógio do sistema (horário absoluto) marca 16:00:00 UTC, ajustado por NTP, temos:

  • Para o timezone do Brasilia (UTC-3), o horário mostrado ao usuário será 13:00h ou UTC-3 (hora local)
  • Para o timezone de Paris (França – UTC+1) o horário mostrado ao usuário será 17:00h ou UTC+1 (hora local)

Nenhuma modificação na configuração do serviço de NTP é necessária. Entretanto, deve-se tomar um cuidado especial com os servidores NTP (Stratum 1, Stratum 2 e outros) quando ocorrerem modificações de configuração para o horário de verão. Caso o servidor NTP detecte uma diferença maior do que 20 minutos entre o horário do sistema (horário absoluto) e o horário registrado pelo servidor NTP (ntpd, OpenNTPD), o serviço NTPD poderá parar. Assim, deve-se redobrar a atenção durante o processo de configuração do horário de verão em hosts que provêem este serviço.

Lembramos também que, para algumas versões de Linux/Unix, poderá ser necessário reiniciar o daemon “cron” após o início do horário de verão, de forma que as tarefas agendadas através do Cron possam continuar a ser executadas no horário correto. Para mais informações, verifique o manual do “cron” e “crontab” do seu sistema.

A seguir são descritos os procedimentos de atualização do localtime em sistemas FreeBSD, GNU/Linux, Solaris, AIX e Windows, bem como em alguns equipamentos Cisco que usam IOS. Antes de prosseguir com estes procedimentos é preciso que se saiba de antemão o timezone da sua região.

1. Cisco IOS
2. GNU/Linux
3. FreeBSD
4. OpenBSD
5. Solaris
6. AIX
7. MS Windows

1. Cisco IOS

Será preciso incluir (ou atualizar) as seguintes linhas nos arquivos de
configuração dos roteadores Cisco:

clock timezone GMT-3 -3
clock summer-time GMT-2 date Oct 18 2009 0:00 Feb 21 2010 0:00

Os logs gerados pelo Cisco passarão a informar a hora como GMT-2, que é a
nova configuração do timezone.

2. GNU/Linux

Usuários de sistemas baseados em GNU/Linux devem seguir o procedimento
abaixo:

  1. Verificar a existência do arquivo ‘/etc/localtime’. Se este arquivo existir verifique se ele é um link simbólico. Uma das formas de fazer esta verificação é executar o seguinte comando:$ file /etc/localtime
    localtime: timezone dataA saída acima indica que se trata do próprio arquivo com dados de timezone. A saída abaixo indica um link para o arquivo.$ file /etc/localtime
    localtime: symbolic link to `/etc/localtime’Não é recomendado possuir o arquivo /etc/localtime como link simbólico. Sistemas cujo diretório /usr é acessivel (não tiver sido montado, por exemplo) no momento de inicialização da máquina, os dados do arquivo localtime não serão lidos.
  2. Verificar se existe algum arquivo no diretório /usr/share/zoneinfo/Brazil que contenha informações relativas a outros anos. Normalmente este arquivo tem extensão ZIC (.zic).
    1. Se não existir um arquivo com tais dados então crie um novo (verao.2009.zic por exemplo) no diretório /usr/share/zoneinfo/Brazil/. Este arquivo deverá conter as seguintes linhas:
      Rule Brazil  2009    only     -       Oct    18   00:00   1       S
      Rule Brazil  2010    only     -       Feb    21   00:00   0       -Zone    Brazil/East             -3:00   Brazil          BR%sT
      
    2. Se existir um arquivo com dados de outros anos basta inserir as linhas acima ao final do arquivo existente.As duas primeiras linhas de configuração acima informam quando se inicia o horário de verão, quando termina e qual é a ação tomada. Lembre-se de que no início do horário de verão a hora local é acrescida em uma (1) hora.A última linha informa qual arquivo será modificado pelo comando ‘zic’. No exemplo acima será o arquivo ‘East’ (dentro do diretório Brazil). Esta linha também informa qual o timezone original da região – no caso de São Paulo (East) temos UTC-3. Caso você esteja utilizando um timezone diferente do adotado em São Paulo (East) modifique estes parâmetros para o timezone de sua região:
      #Fuso horario do Arquipelago de Fernando de Noronha:
      Zone    Brazil/DeNoronha     -2:00   Brazil          FN%sT#Fuso horario dos estados a Leste
      Zone    Brazil/East          -3:00   Brazil          BR%sT#Fuso horario dos estados a Oeste (AC, AM, RO, RR, MS, MT)
      Zone    Brazil/West          -4:00   Brazil          AM%sT* Parâmetros definidos pela glibc presente em sistemas Linux, disponível para download em http://www.gnu.org/ .
  3. Uma vez feitos os devidos ajustes no arquivo ‘verao.2009.zic’ execute o comando ‘zic’:
    # zic verao.2009.zic

    Neste caso em particular o comando atualizará o arquivo East.

  4. Para verificar se as configurações corretas foram feitas execute o comando ‘zdump’, conforme as orientações abaixo (troque East pelo timezone de sua região):
    # zdump -v Brazil/EastVocê deverá obter uma saída como esta:Brazil/East  Sun Oct 18 02:59:59 2009 UTC = Sat Oct 17 23:59:59 2009 BRT isdst=0 gmtoff=-10800
    Brazil/East  Sun Oct 18 03:00:00 2009 UTC = Sun Oct 18 01:00:00 2009 BRST isdst=1gmtoff=-7200
    Brazil/East  Sun Feb 21 01:59:59 2010 UTC = Sat Feb 20 23:59:59 2010 BRST isdst=1gmtoff=-7200
    Brazil/East  Sun Feb 21 02:00:00 2010 UTC = Sat Feb 20 23:00:00 2010 BRT isdst=0 gmtoff=-10800
    

    Note que em “Sat Oct 17 23:59:59 2009 BRT” o sistema ainda não está no horário de verão (indicacao ‘BRT’). No segundo seguinte as modificações do horário de verão entram em vigor, adiantando o localtime em uma hora: “Sun Oct 18 01:00:00 2009 BRST” (O horário mostrado ao usuário passará para 1 da manhã e não para meia-noite, mostrando o adiantamento do horário).Em “Sat Feb 20 23:59:59 2010 BRST”, o horário de verão terminará no segundo seguinte, com o localtime sendo então atrasado em 1 hora: “Sat Feb 20 23:00:00 2010 BRT” (o horário mostrado ao usuário voltará para 23:00).

  5. Por último, se o arquivo /etc/localtime não for um link para o arquivo /usr/share/zoneinfo/Brazil/East, deve-se copiar o arquivo East para /etc/localtime$ cp East /etc/localtime

3. FreeBSD

Usuários do sistema FreeBSD devem proceder da mesma forma que usuários GNU/Linux. A única diferença está no diretório onde deverá ser criado o arquivo ‘verao.2009.zic’ – /usr/share/zoneinfo. As linhas a serem incluídas neste arquivo, assim como em sistemas GNU/Linux, são:

Rule Brazil  2009    only     -       Oct     18   00:00   1       S
Rule Brazil  2010    only     -       Feb     21   00:00   0       -

Zone    hv2009             -3:00   Brazil          BR%sT

No exemplo acima, o nome ‘hv2009’ representa o arquivo que será criado ao executar o comando:

# zic verao.2009.zic

O arquivo conterá as informações do horário de verão e deverá ser copiado sobre /etc/localtime, lembrando que será preciso fazer uma cópia de segurança do arquivo /etc/localtime antes de sobrescrevê-lo.

4. OpenBSD

Usuários do sistema OpenBSD devem proceder da mesma forma que usuários GNU/Linux.

5. Solaris

Usuários de Solaris devem seguir o procedimento abaixo:

  1. Verificar o zoneinfo respectivo. O arquivo /etc/TIMEZONE contém as informações relativas a qual arquivo será consultado para verificar o zoneinfo.# more /etc/TIMEZONE
    TZ=Brazil/EastNo exemplo acima o arquivo a ser consultado é East, no diretório Brazil. Por padrão este diretório deve estar em /usr/share/lib/zoneinfo.
  2. Verificar se existe no diretório /usr/share/lib/zoneinfo algum arquivo em formato texto que contenha informações relativas a outros anos (geralmente um arquivo com extensao .zic).
    1. Se não existir um arquivo com tais informações crie um novo arquivo (brazil.zic por exemplo) e insira as seguintes linhas.
      Rule Brazil  2009    only     -       Oct     18   00:00   1       S
      Rule Brazil  2010    only     -       Feb     21   00:00   0       -Zone    Brazil/East             -3:00   Brazil          BR%sT
      
    2. Se existir um arquivo com informações de horário de verão de outros anos basta inserir as linhas acima.As duas primeiras linhas informam quando inicia o horário de verão, quando termina e qual a acão a ser tomada. Lembre-se de que no início do horário de verão deve ser adicionada uma hora.A última linha informa qual arquivo será gerado pelo comando ‘zic’ – no exemplo será o arquivo ‘East’ (dentro do diretório Brazil). Esta linha também informa o timezone da região, no caso o de São Paulo, UTC-3.No exemplo que se segue existe um diretório ‘Brazil’ dentro de /usr/share/lib/zoneinfo que contém um arquivo brazil.zic, que deve ser atualizado com as linhas mencionadas acima.
  3. Deve-se então gerar o novo arquivo (em formato binário) como segue:# zic brazil.zic
  4. Para verificar se as configurações foram feitas corretamente execute o comando ‘zdump’ conforme as orientações abaixo (troque East pelo timezone de sua região):
    # zdump -v Brazil/EastVocê deverá obter uma saída como esta:Brazil/East  Sun Oct 18 02:59:59 2009 UTC = Sat Oct 17 23:59:59 2009 BRT isdst=0 gmtoff=-10800
    Brazil/East  Sun Oct 18 03:00:00 2009 UTC = Sun Oct 18 01:00:00 2009 BRST isdst=1gmtoff=-7200
    Brazil/East  Sun Feb 21 01:59:59 2010 UTC = Sat Feb 20 23:59:59 2010 BRST isdst=1gmtoff=-7200
    Brazil/East  Sun Feb 21 02:00:00 2010 UTC = Sat Feb 20 23:00:00 2010 BRT isdst=0 gmtoff=-10800

6. AIX

Usuários de AIX devem alterar o arquivo /etc/environment incluindo a diretiva:

2009: TZ=GRNLNDST3GRNLNDDT,M10.3.0/00:00:00,M2.3.0/00:00:00

A saída acima indica que o horário de verão se inicia às 00:00 do terceiro domingo do mês 10 (18 de outubro) e finaliza às 00:00 do terceiro domingo do mes 2 (21 de fevereiro), seguindo a seguinte sintaxe:

2009: TZ=GRNLNDST3GRNLNDDT,Mm.w.wd/00:00:00,Mm.w.wd/00:00:00

  • m: mês ( 1 < m < 12 )
  • w: ocorrência do dia da semana no mês contados a partir do dia 1o. (1 < d < 5)
  • wd: dia da semana ( 0 < n < 5 : Domingo corresponde a 0)
  • hh:mm: horário

7. MS Windows

Em Abril de 2008 foi sancionada a lei no. 11.662/08, que reduziu o número de fusos horários brasileiros para três. Os fusos horários dos estados do Acre, Pará e Amazonas foram afetados. Em Agosto a Microsoft disponibilizou uma atualização cumulativa que trata desta mudança.

Para sistemas Windows 9*/NT/2000/XP recomenda-se o uso do utilitário TZEDIT (tzedit.exe), incluido no CD do Resource Kit que acompanha a distribuição do sistema. Não existe URL oficial para download deste programa no site da Microsoft, mas ele pode ser facilmente encontrado na Internet, lembrando que neste último caso não se garante a integridade do programa.

Uma segunda opção para modificação do timezone em Windows XP é a utilizacao do utilitário ‘timezone.exe’, disponível para download em:

O download é precedido de um processo de validação, que verifica se sua instalação de Microsoft Windows é genuína.

Administradores de sistemas Windows que queiram automatizar a atualização do horário de verão podem encontrar mais informações em:

Para a configuração de timezone do seu sistema utilizando o comando ‘timezone.exe’ siga os seguintes passos:

  1. Faca o download do “Windows XP Service Pack 2 Support Tools” e instale-o no seu sistema, caso você não possua o utilitário ‘timezone.exe’.
  2. Em um prompt de comando (cmd.exe) execute, a partir do diretório “Program FilesSupport Tools” (se foi utilizada a instalação padrão), o seguinte comando:C:Program FilesSupport Tools>timezone.exe /s 00:0:3:10  00:0:3:02As configurações acima seguem o formato:Hora:DiaDaSemana:Dia:Mes    Hora:DiaDaSemana:Dia:Mes
    (Início horário de verão)   (Fim horário de verão)

    • Hora: Hora (00 ate 23)
    • DiaDaSemana: Dia da semana (0 – 6 : 0 = Domingo, 1 = Segunda, etc)
    • Dia: Ocorrência do dia da semana no mês (1 – 5: Exemplo -> no caso do dia da semana ser Terça-Feira:  1 – primeira terça do mês, 2 – segunda terça do mês, etc)
    • Mes: Mês do ano (01 – 12)
  3. Execute o seguinte comando para verificar se as modificações ocorreram com sucesso:C:Program FilesSupport Tools>timezone.exe /gCurrent Timezone is :Daylight Saving Time begins at 00:0:3:10
    Daylight Saving Time ends at 00:0:3:02
  4. Configure o sistema para utilizar automaticamente as configurações do horário de verão:
    • Start -> Settings -> Control Panel -> Date and Time -> Timezone;
    • Certifique-se que você esteja utilizando o timezone de Brasília (UTC-0300);
    • Certifique-se que a caixa “Automaticamente ajuste o relógio para o horário de verão” esteja marcada.

Para configuração de Horário de Verão em sistemas Microsoft Windows Vista por favor consulte a seguinte página da Microsoft:

O CAIS recomenda que os administradores mantenham seus sistemas e aplicativos sempre atualizados, de acordo com as últimas versões e correções oferecidas pelos fabricantes.

Redes de computadores — Gênesis

Para descontrair, um “gênesis” de redes de computadores retirado do artigo sobre VLAN no VOL, uns dos assuntos bem interessante que envolve além das VPN e o túnel, também conhecido como PPTP e P2P sendo o mais famoso programa para túnel é o SSH. Ambas as tecnologias são completamente diferentes! Divirta-se com o texto abaixo.

Redes de computadores — Gênesis

No início só existiam computadores isolados e era bom. Disquetes e CDROMs são utilizados para compartilhar dados. Poucos vírus aparecem. O acesso à Internet é discado, quando existe, e a briga pelo ramal é ferrenha!

A situação se torna insustentável e alguém tem a ideia de interligar dois micros via cabo de rede, uma vez que eles já têm a placa de rede “on-board”. Algumas horas depois todos os problemas de interligação são superados e a comunicação ponto a ponto começa. Um sucesso!

Mais pessoas querem entrar para a festa e resolve-se então comprar um hub. Afinal, jogar Quake em rede é muito mais divertido! Alguns dias de implantação e a rede local nasce. As máquinas não têm funções específicas e algumas delas são usadas para compartilhar informações.

O infeliz que usa a máquina onde estão as informações compartilhadas começa a reclamar. Ele não pode dar nem um boot na máquina sem que alguém ligue imediatamente depois que ele clicou em “reiniciar”. Eventualmente ele esquece e a desliga na hora de ir embora, sendo amaldiçoado através de “post-it”s mal criados deixados na sua mesa. Sem falar no dia que ocorreu um problema de hardware e todo mundo ficou sem acessar as informações enquanto o problema era solucionado. E a impressora compartilhada então? Ninguém suporta mais, principalmente a pessoa que fica no micro onde ela está ligada. “Precisamos de máquinas dedicadas”, dizem todos em coro. “Precisamos de um acesso melhor à Internet”, lamentam outros. “Este hub está uma droga”, pragueja mais um.

Não tem mais volta, a empresa está crescendo. Alguns servidores aparecem. Um switch comum é comprado para melhorar o desempenho da rede. Decidem contratar um serviço de acesso à Internet. A pessoa que mais “manjava de informática” assume a responsabilidade de cuidar da rede, obviamente sem que nenhumas das suas atribuições antigas fossem removidas.

A expansão continua: mais máquinas, outras sub-redes, novos switches. O “administrador da rede” um dia acorda mal humorado e dá um ultimato no gerente: “Ou eu só administro a rede ou vocês contratam alguém, não tem mais condições, não consigo mais trabalhar”. E assim nasce o cargo de administrador de redes da empresa.

Agora livre das amarras da sua antiga função e com algumas promessas de treinamento, o novo administrador começa a fazer melhorias, aprimorando e organizando a rede local. Pesquisando sobre equipamentos de rede ele descobre que alguns switches podem ter uma tecnologia chamada de VLAN (Virtual LAN, ou Redes Locais virtuais).

“Gênesis” das redes de computadores

Para resumir a VLAN tem finalidade, de exemplo hipotético, de uma filial e uma matriz tenha o mesmo na mesma rede e nível de IP. Que diferentemente da VPN que encontramos por aí, que faz forward de dados de duas redes distintas e muitos administradores de rede desconhece o uso deste recurso de rede.

O objetivo foi a descontração e resultou o aprofundamento em redes de computadores e então façamos conhecer as origens! Por gentileza levar a esportiva este conteúdo!

[UPDATE 18/09/2012 0:10]

RETIFICAÇÃO: A VLAN é uma área da VPN!

Esquema básico de VPN

A VLAN or Virtual Local Area Network is a subcategory of VPN

Ubuntu para servidores é imaturo ainda

Vamos falar de Ubuntu para servidores e o Ubuntu tem uma falta de padrão e irando muitos usuários, essas mudanças radicais até desagradou-me por suas configurações sempre estão mudando de lugar e radicalismo nos aplicativos usados.

Eu ando desconfiando que não segue a Linux Standard Base. Não sabe o que é a LSB? Buscando na Wikipédia significa:

Wikipédia escreveu:

O objetivo da LSB é desenvolver e promover um conjunto de padrões que aumentarão a compatibilidade entre distribuições Linux e permitir que aplicações de software funcionem em todo o sistema comum. Além do mais, o LSB ajudará esforços coordenados para recrutação de vendedores do software para portar e escrever produtos para Linux.

Ubuntu para servidores ainda não é uma boa opção

Ubuntu para servidores ainda não é uma boa opção

Mesmo o uns dos ferrenhos evangelista que conheço em sistemas Linux/BSD, o @tiagonux, desconsidera o Ubuntu em servidores de qualquer porte. Recomendo que acompanhem seu blog

Ubuntu para servidores e o que acha de Desktop?

Para dar o pontapé inicial, neste imenso mundo da computação é o ideal e principalmente para entusiastas e estudante das ciências da computação, enquanto para usuário doméstico este irá ficar somente na superfície da bolha usando para uso essencial da tecnologia. E muitos ativistas de Software Livre acreditam que até a dona de casa será mestre em programação pela disseminação desta plataforma. Uma das promessas é narrada neste vídeo o poder da colaboração:

E para servidores o que temos?

Atualmente estou recomendando para servidores, o CentOS que é redistribui e reempacota fielmente a Red Hat Enterprise Linux já que os fontes são abertos, entretanto a Red Hat não distribui mais o seu produto. Agora se seu servidor é de missão critica, eu recomendo a família BSD, e aqui tem uma excelente explicação!

PS: Como sou mais partidário pelo OpenBSD que é extremamente duro na queda e com isso não é muito flexível!

Hosting java? Conheça o JRuby!

JRuby turbina as possibilidade da plataforma

Esta jóia brilha muito!

Quer subir uma aplicação em RubyOnRails e seu hosting java não tem suporte? E a grande maioria deles que oferece o suporte e o RubyOnRails, está ganhando muito apelo, mas também percebo que desenvolvedores que assinaram um plano java para seus projetos sem abrir mão do serviço já contratado devido outros projetos que fechou com o cliente anteriormente.

O Ruby no seu hosting java!

Então, por que escrever de JRuby se o java faz tudo também? É para mostrar as possibilidades  O Ruby é uma linguagem praticamente mágica e sua escrita sucinta é a facilidade para compreensão de código dispensando até ajuda de cometários para entender, sua elegância na solução dos problemas chega a surpreender as expectativas de quem desenvolve e muita flexibilidade na . Veio em para introduzir o mundo Ruby para pessoal que utiliza java que estão receosos de mudança de cultura e linguagem de forma repentina.

Como estamos falando de Ruby para o hosting java não existe diferença na forma de construir na linguagem, vamos conhecer mais o “mundo mágico” e a maiorias das magicas do Ruby está na escrita dos códigos e isso impressiona como mágica com o Rails para desenvolver webapp com facilidade na escrita e no deploy. E tenho aqui os ingredientes para fazer mágica:

  • Baixar a versão mais recente do JRuby e descompactar, em caso for experimentar no Windows alerto a demora para fazer a descompactação caso optar pelo ZIP
  • Baixar o manual muito bom de um evangelista para ver o caminho da pedreira.

Hoje, nos dias ágeis e com produtividade com deploy em horário de pico é sem dores de cabeça independente da linguagem e também no hosting java 😉 porém muitos fala da escabilidade(leia-se desempenho), mas se supera a cada versão.

JAVA, a linguagem e a plataforma

Fora os suporte de outras linguagem também existe projetos para uso de uma linguagem, lembre-se que a plataforma e a linguagem de programação recebe o mesmo nome, pois surgiram alternativas na plataforma são eles o Groovy e o Scala é uma promessa até para as grandes corporações apostar em um novo modelo de desenvolvimento ágil, até muitos  evangelistas estão ciente da decadência da linguagem que não oferece recursos em frente de seus concorrentes e não a extinção pois é o ganha pão de muita gente.

O meu xodó

Python é meu xodó. Uma linguagem extremamente rica e cheia de recursos tem bons desempenho e inspiradora para o Ruby que tem o melhor dos mundo da programação. E isso deixa divido em qual escolher já a imparcialidade deve conter no estudo com seus pontos fortes e fracos e que pode depender do aval do cliente como também a filosofia e ferramentas para solucionar os problemas.

PS: Lembrete, o próprio Google usa muito Python e não há rabo preso com linguagens como muitas corporações brazucas amarra em cobol e seus mainframes com S.O. específicos. (Conforme relatei neste artigo, no qual praticamente uma solução de computadores desktop com facilidade de encontrar peças no mercado.

Alternativa para Exchange com Expresso Livre

Expresso Livre, a alternativa para o Exchange da Microsoft

Expresso Livre, a alternativa para o Exchange da Microsoft

Então veio procurando uma alternativa para Exchange da Microsoft? Apresento uma solução nacional que é o Expresso Livre que é um fork de um famoso groupware, o e-GroupWare,  é opensource é mantindo com os cofres público. Seu maior case aconteceu na Caixa Econômica Federal.

O que é o Expresso?

da Wikipédia

… Iniciado pela Celepar, o seu objetivo foi fornecer aos usuários do Governo do Estado do Paraná uma ferramenta econômica e de código aberto, em contraste com outras soluções proprietárias

Criticas ao Expresso

Mesmo não tendo feito uma prova de fogo, percebi que sua interface é fraca para utilização no ponto de vista dos usuários, quais encontra muitas criticas sobre este projeto divulgada pelo conhecido Br-Linux.org. Entretanto a interface, em minha opinião, é muito desorganizada e poluída e com informações desencontradas e funcionalidades desnecessárias. Recomendo, além da repaginação da interface também aplicar a técnica de Graceful Degradation.

Se quiser experimentar o Expresso os mantedores do projeto disponibiliza um usuário demonstrativo para conhecer a interface.

Outras alternativa para Exchange

Mas não só existe o Expresso para suprir a lacuna, pode também utilizar o Lotus da IBM, uma solução paga de alternativa para Exchange, a sua dominância ainda é inabalável entretanto o seu bolso não. Poderia o acaso a comunidade desenvolver solução equiparada ao Exchange?

Optimization WordPress Plugins & Solutions by W3 EDGE